Faltam três dias para que o grupo musical Keima Roupa leve à portaria do Cine Atlântico, em Luanda, o disco de estreia, intitulado “Gritos de Aflição”.
A obra foi gravada no estúdio do referido grupo, o Keima Roupa produções, e editado e masterizado pela editora Criativa, segundo o vocalista principal da banda, DK.
Para o músico, a sessão de venda e autógrafo do CD “Gritos de Aflição” está agendada para às 08 horas de sábado. O disco comporta 16 faixas, com participações de cantores já consagrados no mercado musical, com destaque para o Anselmo Ralph, Maya Cool, Yola Semedo, Ngange Kelly, D One, Kueno Aionda e Jack Kanga.
DK explicou que o grupo “Keima Roupa” traz ao mercado um novo estilo musical, o skalinguindo, que para ele é uma fusão dos ritmos dançantes kizomba, hip-hop, rap-kizomba e a salsa.
Vinte e duas mil cópias que estarão à disposições dos seus fãs, a serem comercializado ao preço de único de mil Kwanzas, neste que é o primeiro trabalho da banda.
DK explicou que não é o segundo CD do grupo, como se comenta. Disse que em 2006 a banda apresentou um single promocional com quatro faixas, intitulado “Bis”. O objectivo, acrescentou, foi promover as canções que constam neste álbum.
O cantor diz que foi muito difícil conseguir patrocínio para a concretização de um dos maiores sonhos da banda, que é colocar o disco no mercado. Agradece, por isso, a LS-produções, que se prontificou em ajudar na conclusão do CD.
Formado há três anos, os Keima Roupa já tiveram partições em concertos internacionais, com músicos americanos como 50 Cent e The Game e ainda com Boss Ac, em show realizados pela Casa Blanca.
Quanto à prata da casa, o grupo actuou com Maya Cool, Anselmo Ralph e Yola Semedo, na apresentação oficial do CD, no ano passado, no Cine Atlântico.
Questionado sobre os altos preços dos discos, respondeu que se devem ao custo de produção e de desalfandegados. Reconheceu que os altos preços dos discos contribuem para a pirataria. Disse ainda que, neste momento, não é viável comercializar os discos abaixo dos preços actuais, porque o investimento não terá retorno.
Fonte: JA
Foto: Chilala Moco